Calculadora de IMC
Calcule seu Índice de Massa Corporal a partir do peso e da altura e veja em qual faixa de classificação você está.
Ex.: 72,5
Ex.: 175
Preencha peso e altura para ver o resultado.
Como funciona
O IMC (Índice de Massa Corporal) relaciona o seu peso com a sua altura para indicar, de forma rápida, se você está dentro de uma faixa considerada saudável. A conta é simples: divide-se o peso, em quilos, pela altura ao quadrado, em metros.
Se você tem 70 kg e 1,75 m de altura, o cálculo é 70 dividido por (1,75 × 1,75), ou seja, 70 dividido por 3,0625, o que dá aproximadamente 22,9.
Esse número cai em uma das faixas definidas pela Organização Mundial da Saúde:
- Abaixo de 18,5 — abaixo do peso
- 18,5 a 24,9 — peso normal
- 25 a 29,9 — sobrepeso
- 30 a 34,9 — obesidade grau I
- 35 a 39,9 — obesidade grau II
- 40 ou mais — obesidade grau III
Nesta ferramenta você informa a altura em centímetros (por exemplo, 175) e o peso em quilos. A conversão para metros e o cálculo acontecem automaticamente, sem recarregar a página.
Quando usar
O IMC funciona bem como uma primeira triagem: um jeito barato e imediato de ter uma ideia geral do seu peso em relação à altura. É por isso que ele aparece em consultas de rotina, campanhas de saúde pública e no acompanhamento de grandes grupos de pessoas.
Use quando quiser um ponto de partida — para decidir se vale conversar com um médico ou nutricionista, para acompanhar uma tendência ao longo dos meses, ou simplesmente para entender onde você se encontra em relação às faixas de referência. Ele é mais informativo quando observado ao longo do tempo do que como um número isolado em um único dia.
Exemplos práticos
Adulto com peso normal
Uma pessoa de 68 kg e 1,70 m tem IMC de 68 ÷ (1,70 × 1,70) = 68 ÷ 2,89 = 23,5. Isso a coloca na faixa de peso normal (18,5 a 24,9), bem no meio do intervalo saudável.
Faixa de sobrepeso
Alguém com 85 kg e 1,72 m tem IMC de 85 ÷ (1,72 × 1,72) = 85 ÷ 2,9584 = 28,7 — dentro da faixa de sobrepeso. Nesse caso, o número serve como um alerta para observar hábitos e, se fizer sentido, buscar orientação profissional.
Erros comuns
O erro mais comum é tratar o IMC como um diagnóstico definitivo. Ele não é. O índice não distingue massa muscular de gordura, não considera a distribuição do peso pelo corpo e não leva em conta idade, sexo ou histórico de saúde.
Por isso, atletas e pessoas muito musculosas costumam aparecer como "sobrepeso" mesmo com baixo percentual de gordura — o músculo é mais denso que a gordura e "pesa" no cálculo. No outro extremo, idosos que perderam massa muscular podem ter um IMC normal e ainda assim estar em risco.
Outro deslize frequente é comparar o próprio IMC com o de outra pessoa como se fosse uma competição. O valor faz mais sentido acompanhado no seu próprio histórico, junto de outros indicadores como circunferência abdominal, exames de sangue e avaliação profissional.
Perguntas frequentes
O IMC serve para atletas?
Não é o indicador ideal. Como o cálculo não separa músculo de gordura, pessoas com muita massa muscular costumam cair em faixas de sobrepeso ou obesidade sem terem, de fato, excesso de gordura. Nesses casos, medidas como percentual de gordura corporal são mais adequadas.
Qual é o IMC ideal?
A faixa considerada saudável pela OMS vai de 18,5 a 24,9. Mas "ideal" varia de pessoa para pessoa: idade, composição corporal e condições de saúde influenciam. O valor de referência é um ponto de partida, não uma meta rígida.
O IMC é diferente para homens e mulheres?
A fórmula e as faixas de classificação da OMS são as mesmas para ambos. As diferenças de composição corporal entre os sexos são justamente uma das limitações do IMC, que ele não consegue captar sozinho.
Crianças podem usar esta calculadora?
Para crianças e adolescentes, o IMC é interpretado de forma diferente, com curvas de crescimento por idade e sexo. Esta calculadora foi pensada para adultos; no caso de crianças, procure a avaliação de um pediatra.
Com que frequência devo calcular meu IMC?
Não há necessidade de calcular todo dia — o peso oscila naturalmente. Acompanhar uma vez por mês, sempre em condições parecidas, já dá uma boa noção da tendência.